28 de jun. de 2010

Adoro sorvete de morango Kibon

Insetos, vagem e urucum

Tem morango. Mas o sorvete Kibon ganha alguns recursos extras para ficar gostoso e atraente: de cana-de-açúcar a uma praga rural

por Nathália Braga

O INSETO - Corante Carmim
Suco de inseto. É o resultado da trituração de bichinhos chamados cochonilhas, pragas que estragam plantações. Torná-los fonte de corante é um jeito de controlar a população desses insetos, que cresce rapidamente. A indústria de alimentos usa muito o corante: em biscoitos, iogurtes, balas. Mas é preciso juntar muitos para colorir qualquer coisa. Só para cada bola do seu sorvete, são necessários mais ou menos 40 insetinhos.
A COR De MORANGO - Urucum
Coloral, na sabedoria popular. É outro corante, extraído da semente do urucum, o fruto de uma planta comum na região amazônica. No sorvete de morango, o urucum é misturado ao carmim vindo da cochonilha para criar a cor rosinha. Em outros alimentos, trabalha sozinho: é usado para deixar salsichas e linguiças com um vermelho mais intenso.
O SABOR DE MORANGO - Acidulante ácido cítrico
Morango sem ser morango. Esse ácido é um dos agentes que se misturam à polpa da fruta para reforçar seu gosto. A fonte desse ácido é bem doce: melaço da cana, liberado na produção de açúcar. O ácido surge quando o melaço é fermentado. Em refrescos em pó, gelatina e refrigerante, serve também para adoçar.
A VAGEM - Goma jataí
Uma gosma extraída de uma vagem. Uma vagem específica, de uma planta típica da costa do Mediterrâneo, chamada alfarrobeira. A alfarroba (como se chama a vagem) tem uma cor marrom, de tom escuro, e se parece com um feijão. Entra no sorvete para deixar a massa mais consistente.
O CREME - Carbonato de cálcio
O parceiro da goma jataí na tarefa de deixar o sorvete mais cremoso. Vindo de conchas, casca de ovo e minerais triturados, é um pó branco rico em cálcio - aquele que deixa nossos ossos mais fortes. É usado para dar mais consistência também a outros alimentos, como biscoitos, pães e a ração que damos a cachorros.
Fontes Kibon; Ana Lúcia do Amaral, coordenadora de engenharia de alimentos / UFRJ; Cinthia Spricigo, professora de engenharia de alimentos / PUC-PR; Eliana Ribeiro, professora de engenheira de alimentos / Instituto Mauá de Tecnologia; Mabel Batista, coordenadora de engenharia de alimentos / UFPB; Maria Inês Harris, membro do Conselho Regional de Química de São Paulo; Valmir Eduardo Alcarde, coordenador de engenharia de alimentos / Unimep.

20 de jun. de 2010

Completando a questão do post anterior…

A outra merda é que só podemos ensinar quem quer ser ensinado…

E eu continuo frustrada…

kkkkkkkkkkkkkk

Já dizia minha avó…

“quem quer bem feito faz bem feito”!

Só pra começar o assunto…Quantas vezes pensamos assim: _ bah, eu faria melhor!

E quantas vezes fomos fazer?

Em 99% dos casos só pensamos, em 1% dos casos agimos,e o que é pior criticamos quem fez mal feito.

Quantas vezes paramos e fomos ensinar a pessoa que fez mal feito a fazer direito?

Pense…quantas vezes?

Não. Não responda pra mim. Só pense.

É que ensinar dá trabalho, perde-se tempo, tem que ter saco. Concordo.

Mas então vamos parar de criticar. Não temos esse direito se não ensinamos.

Além do mais, o ego sempre da pulinhos de alegria quando falamos, _bah, eu faria melhor!

Vamos calar a boca do nosso amiguinho ego, e pelo menos para de criticar quem não faz bem feito.

Já que não vamos ensinar mesmo, vamos nos colocar na nossa humilde insignificância dos que fazem melhor mas não tem tempo-paciência para ensinar quem não sabe.

E tenho dito.

Fui

9 de jun. de 2010

Para o amor da minha vida (esta semana esta muito musical…)

Flor do Regaee – Tudo começou assim…

 

Beleza Rara – e Continuou assim …

Para minha amiga Fe não ficar com ciúmes, muito ciúmes

 

Quem sabe isso quer dizer amor – Milton Nascimento

Para minha amiga Rita…

Oração ao tempo – Caetano Veloso

8 de jun. de 2010

Palavras não são para serem guardadas

 

Lua

“Nada se perde, tudo muda de dono.”

 

“Sempre me senti isolado nessas reuniões sociais:

o excesso de gente impede de ver as pessoas... “

 

“Não importa saber se a gente acredita em Deus:

o importante é saber se Deus acredita na gente...”

 

“Esses que puxam conversa sobre se chove ou não chove –

não poderão ir para o Céu!

Lá faz sempre bom tempo...”

 

“Quem não compreende um olhar

tampouco compreenderá uma longa explicação.”

 

“Cada pessoa pensa como pode...”

 

“Os verdadeiros analfabetos

são os que aprenderam a ler e não lêem. “

Tempo Tempo Tempo Tempo

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Fiz um acordo de coexistência

pacífica com o tempo:

nem ele me persegue, nem eu fujo dele,

um dia a gente se encontra" (Mário Lago)

7 de jun. de 2010

Noticias de Mamãe !!!!

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Mamãe voltou pra casa dela hoje, e tive noticias muito boas.
Fazia muito tempo, (quiçá anos) que não ouvia da minha mãe coisas tão boas como ouvi hoje.
Mãe fiquei feliz mesmo, de saber dos seus planos.
Mamãe vai mudar de casa, de cidade de vida...
Deu até um frio na barriga de alegria de imaginar os teus passos.
Tu sabe que eu sempre fui adepta de recomeçar (acho que consertar não dá certo).
Neste caso, é recomeçar sabendo de tudo, tudinho.
Tipo assim, a gente passa muito tempo na vida falando:
- Ai se eu tivesse naquela época a experiência que tenho hoje.
No teu caso, esta tudo pronto, a enciclopédia esta debaixo do teu braço.
Você tem a idade e a experiência.
Bah!!! Um passo pra ser feliz. O resto você construiu.
Sua Vida, a vida dos que te cercaram, agora é só sua vida.
Respira fundo, olha pra dentro agradece, olha pra fora e boa sorte.
Folego na caminhada, que agora é 'tudo plano.
Qualquer coisa consulta o livro em baixo do braço.
Beijo
Boa sorte
Boa noite
Te amo

6 de jun. de 2010

Eu acordo com beijinho simmmmmm

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Simmmmm, acordo com muitos beijinhos, e como é bommmmmm.

não importa se frio ou calor, se com pressa ou com toda calma.

Acordar com beijinho é acordar com bom dia de verdade!!!!

É o meu café completo!!!

Amo você !!!!! E todos os seus beijinhos !!!!

4 de jun. de 2010

Texto de Danuza Leão

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Houve um tempo em que se namorava muito e se pensava que se sofria muito – por amor, claro.

As paixões se acendiam, embaladas pelas músicas do momento, que faziam parte integrante de nossas vidas.

Quando, numa reunião - havia muitas reuniões nessa época - , os olhares se cruzavam, enquanto se ouvia “se você quer ser minha namorada, ai que linda namorada você poderia ser”, o coração se derretia e era hora de ir ao banheiro com uma amiga, só para contar.

Uma bebidinha daqui, muitos sorrisinhos dali, e, na décima vez que o disco tocava e chegava no trecho “mas se em vez de minha namorada você quer ser minha amada, mais amada pra valer”, e ele olhava de longe, desta vez sério, o coração só faltava sair pela boca.

Muitos anos e muitos amores depois, foi a vez de Roberto Carlos participar de todos os romances: “Você foi o maior dos meus casos, de todos os abraços, o que eu nunca esqueci” – ah, uma boa dor-de-cotovelo ouvindo Roberto.

Quem nunca passou por isso não sabe o que é viver ...

Num início de caso – em altíssima voltagem ! – entrava Chico com “”quero ficar no teu corpo como tatuagem” – e quem não queria ?

E, no fim do caso, dava para agüentar “as marcas de amor dos nossos lençóis” ?

Se ouvia muita música e, a noite, se ia sempre ao mesmo bar, onde um pianista tocava o que se tinha ouvido a tarde inteira; como todos se conheciam e sabiam das vidas uns dos outros, o pianista – Vinhas, quase sempre - atacava a “nossa” música ... aquela !

A noite prosseguia com os olhos grudados na porta, para ver se ele entrava.

Se entrasse sozinho, era hora de ir ao toalete, não para retocar a maquiagem, mas para respirar fundo e jurar, mas jurar de pés juntos que não ia nem olhar para o lado dele.

A madrugada se encarregava de mudar os planos.

Depois, veio “Deixa em paz meu coração, que ele é um pote até aqui de mágoa”. As músicas diziam tudo o que não se tinha coragem de dizer, e era como se falassem por nós. Que mulher não cantou baixinho, depois que ele foi embora, “quando você me deixou, meu bem, me disse pra ser feliz e passar bem”,

e não fantasiou que quando ele ouvisse “e tantas águas rolaram, tantos homens me amaram, bem mais e melhor que você” ia imediatamente pensar nela, quem sabe sofreria, quem sabe teria uma crise de ciúmes e pegaria o telefone de madrugada? Quem sabe ... quem sabe ?

E quando ela se “enrolou” toda com a chegada de um namorado que não esperava e ficou repetindo o disco, no trecho que dizia “se na bagunça do teu coração”, para ver se ele entendia que o coração, às vezes, vira mesmo uma verdadeira bagunça, como o dela, naquele momento ?

Ah, Chico, ah, Roberto; vocês algum dia souberam que tinham sido tão importantes na nossa vida ? Pois fiquem sabendo: foram.

Nesse tempo as moças não levavam os namorados para dormir em casa, ou porque tinham pais ou porque tinham filhos; para isso havia os motéis.

Quando Roberto cantava “Amanhã de manhã vou pedir um café pra nós dois, te fazer um carinho e depois te envolver nos meus braços” e ele deixava “o café esfriando na mesa, esquecemos de tudo” e vinha o “pensando bem, amanhã eu não vou trabalhar, e além do mais, temos tantas razões pra ficar”,

mas essas paixões existiram mesmo ?

Sem Chico e sem Roberto teriam havido tantas, tão intensas e tão arrebatadoras ?

Delas a gente até esqueceu, mas não do que se sentia ao ouvir “mas eu estou aqui vivendo este momento lindo”.

E dá para viver momentos lindos hoje, ouvindo os Racionais MC ?

Pensando bem, o grande combustível de nossos corações foram as canções de Chico e Roberto.

E, olhando para trás, é bem possível que a certeza de que “ se chorei ou se sofri, o importante é que emoções eu vivi ” não existiria sem a música de Roberto.

Foi bom demais ter vivido esse tempo.

2 de jun. de 2010

Lixo

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Cada brasileiro produz de 600 gramas a 1 quilo de lixo por dia. Se este número for multiplicado pela quantidade de famílias que existem hoje no Brasil, os números são assustadores, mais de 240 mil toneladas de lixo diariamente.
Deste total, 4% é metal, 3% é vidro, 3% é plástico, papel e papelão somam 25% e 65% são de lixos orgânicos. O aumento excessivo da quantidade de lixo se deve ao aumento do poder aquisitivo e pelo perfil de consumo da população.

Foi assim que começou mais um episódio, espetacular diga-se de passagem, da serie A LIGA.

O programa em si já é muito bom, mas além de falar do lixo, o do destino do mesmo, falou de gente.

Gente que vive do lixo, gente que trata o lixo, e gente que come o lixo.

Isso mesmo.

Por coincidência(?), a Globo passou um dia antes, uma reportagem sobre a dificuldade das mães em alimentar seu filhos com coisas saudáveis, frutas, legumes, verduras, crianças de classe media, que comem bolachinhas recheadas como se fosse arroz e feijão, e que tomam refrigerante na mamadeira como se fosse água.

A LIGA, em sua reportagem, mostrou uma família de 7 pessoas de classe baixa, indo ao CEAGESP (CEASA aqui para nós), entrar nos containers de lixo e tirar de lá de dentro o sustento da semana.

Acreditem vi saírem do lixo, frutas lindas, legumes e verduras, vi as crianças debruçadas no container, apontando para as maças e “pedindo” para a mãe pegar esta ou aquela.

Paralisei…Não pela indecência deste pais que não trata o lixo, por que isso é como chover no molhado. Paralisei quando percebi a incongruência de um lado crianças que não sabem comer e de outro crianças que não tem pra comer.

Bem dizia minha vó : Não quer comer? Deixa passar fome pra ver se não come tudo!!!

Hipocrisia, não permitir que as pessoas saiam do CEAGESP com os “restos do lixo” nas mãos pelo menos com um pouco de dignidade, fazem um barraco e fazem as pessoas passarem pelo constrangimento de serem barradas com a comida na mão.

Por outro lado, eu com os impostos que pago, estou custeando a comida de muito bandido na cadeia. Que esta lá muito bem tratado sim senhor, TV, Celular, e até churrascada

Posso escolher??????

Ufa……………………………………………………….

1 de jun. de 2010

Vamos tomar um vinho??

Inverno II

Eu vou te contar que você não me conhece

E eu tenho que gritar isso, porque você esta surdo e não me ouve.

A sedução me escraviza a você.

Ao fim de tudo você permanece comigo,

Mas preso ao que eu criei e não a mim

E quanto mais falo sobre a verdade inteira

Um abismo maior nos separa.

Você é um rosto na multidão, e eu sou o centro das atenções.

Mas a mentira da aparência do que eu sou e a mentira da aparência do que você é

Por que eu, eu não sou o meu nome

E você não é ninguém

O jogo perigoso que eu pratico aqui

Ele busca chegar ao limite possível da aproximação

Através da aceitação da distancia e do reconhecimento dela

Entre eu e você existe a noticia que nos separa.

Eu quero que você me veja a mim

Eu me dispo da noticia

E a minha nudez parada te denuncia e te espelha

Eu me delato

Tu me relatas.

Eu nos acuso e confesso por nós.

Assim me livro das palavras com as quais você me veste.